"ah mes amies quel jour de fête!"

O dia é de festa mas a música vai ser outra! :)



Eu não "levo na ideia não mais cá voltar", porque pelo menos nas férias vou fazê-lo! Yep, o Artist Masters in Performance na Guildhall School of Music and Drama deu-me luz verde e Londres here I go!!!

presente de mim para mim próprio!


Depois de todos os presentes para a família e amigos comprados, hoje finalmente comprei o meu auto-presente e até agora não podia estar mais satisfeito! :)


Altamente recomendável! Caballé novinha, voz de sonho, excelente qualidade de som, 15 discos de esplendor vocal e claro uma d'AS Normas (Caballé, Cossotto e Domingo). Em promoção na FNAC. É mesmo de aproveitar!

Um óptimo Natal e um excelente 2010 para todos!
:)
Ricardo


pq a perfeição existe!

buy it when you see it...


porque é simplesmente demolidora!



"Bubbles"...

...Como ficou conhecida! :)
Uma senhora duma lucidez e dum sentido de humor extraordinários. Da voz nem se fala... Na minha opinião, o melhor soprano lírico de coloratura do seu tempo: uma técnica de "belcanto" construída de forma exímia e um pathos incrível. Deixo aqui um clip duma gravação ao vivo de 1970 da primeira ária da Raínha Elisabetta na ópera "Roberto Devereux" de G. Donizetti. Sills dizia sempre que este papel lhe tinha roubado 6 anos de longevidade na carreira, mas que não se arrependia nem um pouco disso! E ainda bem para nós!!!

OBRIGADO LUÍS PELO VÍDEO!!! :)






me likes it! :)




A ópera The Rake's Progress de Igor Stravisnky é, na minha opinião um dos mais brilhantes exemplos (a par das composições de Benjamin Britten) da escrita vocal do séc. XX. (Richard Strauss também, mas é uma liga um pouco diferente de Stravinsky e Britten).

Este excerto é dos meus preferidos!

filmes sobre desgraças e baladas xaroposas!

Hoje andava pela minha ronda em www.apple.com/trailers a ver que novidades em termos de filmes nos aguardam, e aparentemente o próximo blockbuster apocalíptico do cineasta Roland Emmerich (ele alguma vez fez algum filme que não fosse sobre o fim do mundo?) tem direito à sua baladinha xaroposa.

Isto deixou-me a pensar porque razão é que os filmes sobre catástrofes/desastres em grande escala têm sempre direito à bela da balada cuja fórmula é sempre a mesma: orquestração maciça, quadra-refrão-quadra-refrão-ponte-"EXPLOSÃO". Nem estou a dizer que a fórmula é má porque apesar de toda a gente dizer sempre "ai a música é lamechas", a verdade é que quando essa mesma música passa na rádio, tenho a certeza que a maioria das pessoas pensa "outra vez esta lamechice" mas não só não muda de estação como até vai trauteando o refrão. É uma espécie de "guilty pleasure" e se calhar é mesmo esse um dos motivos que faz com que este género sobreviva e tenha sempre um sucesso arrebatador.

A história do cinema recente está cheia de exemplos destes (cujos videoclips publico no final) e acho que parte do seu sucesso é a necessidade humana em acreditar que apesar de mesmo quando tudo corre mal, há sempre um amor arrebatador que conquista tudo e que em última instância serve como força para continuar a viver. E na verdade, agora que penso nisto, é mesmo este o mote que moveu 4 séculos de história da ópera e, se não formos completamente snobs, este género de música (a sempre eficaz power ballad) tem uma inspiração muito operática: gira à volta normalmente de um(a) divo/diva que acaba a música a exibir os seus dotes vocais sobre uma orquestração maciça. Rings a bell? I thought so...

Ah claro, e juntamos a isto um videoclip com imagens da diva a esbracejar intercaladas com imagens da desgraça e temos hit!

E agora, só mesmo para entreter os leitores, cá ficam os maravilhosos videoclips. Semelhanças entre eles são pura coincidência ;) E já agora se se lembrarem de mais algum exemplo, por favor publiquem.